En Blanco y Negro (Buenos Aires) (tradução)

Original


Silvina Garre

Compositor: Silvina Garre

Abri os olhos e a vi
Estava linda, como sempre
As primeiras luzes do dia
A convidavam a mudar

Como nos sonhos, tentava ser
O centro de algum universo
Adoecendo aos poucos
Dando vida outra vez às multidões que a amam

Como eu, que a amam
Como eu, que sentem sua falta
Como eu, que não consigo ir muito
Longe sem chorar

Como eu, que a julgam
Como eu, que a rejeitam
Como eu, que não consigo ir muito
Longe sem chorar

Abri os olhos e te vi
As pessoas não escutam seu canto
Não entendem que, em algumas noites
Você morre de solidão

Um abismo, um tabuleiro de xadrez
Em preto e branco, Buenos Aires
Você tomava toda a minha alegria
E era frágil como eu

Como eu, que te amo
Como eu, que sinto sua falta
Como eu, que não consigo ir muito
Longe sem chorar

Como eu, que te julgo
Como eu, que te rejeito
Como eu, que não consigo ir muito
Longe sem chorar

Como eu, que te amo
Como eu, que sinto sua falta
Como eu, que não consigo ir muito
Longe sem chorar

Como eu, que te julgo
Como eu, que te rejeito
Como eu, que não consigo ir muito
Longe sem chorar

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